Aproveitamos para informar que o início do nosso torneio será adiado uma semana (14 de Abril), pelo que ainda há vagas para últimas inscrições. Os clubes interessados podem solicitar informações para redejovem.mogege@gmail.com .
4 de abril de 2012
21 de março de 2012
TAÇA - MEIA FINAL
Jogo: FC Vermoim vs Rede Jovem/Coelima/IESFafe
Data/Hora: 22 de Março, 20h45
Local: Pavilhão Municipal Terras de Vermoim
Data/Hora: 22 de Março, 20h45
Local: Pavilhão Municipal Terras de Vermoim
RESULTADO 8.ª JORNADA - APURAMENTO CAMPEÃO
ARC Airão - 0 : 7 - Rede Jovem/Coelima/IESFafe
Marcadoras: Melissa (3), Nuskinha (2) e Bi (2).
15 de março de 2012
ENTREVISTA A BEA...
Beatriz Areal, conhecida no futsal por Bea, veste a camisola 3 da Rede Jovem/Coelima/IESFafe e abraçou agora o projeto da ARJM, oriunda do S. Romão.
Jovem, ambiciosa e voluntariosa para com o grupo de trabalho, aceitou falar-nos sobre o novo desafio.
Bea na primeira pessoa…
Apesar de jovem, contas já com alguns anos de experiência no futsal. Queres falar-nos do teu percurso desportivo?
Sim, comecei a jogar com 12 anos por convite de uns vizinhos e amigos para formar uma equipa de futsal feminino, tive 2 épocas onde apenas treinava e jogava em jogos não oficiais, pois só era permitido competir a partir dos 14 anos. Na ACRABE, equipa do campeonato concelhio da Trofa permaneci durante 7 épocas. Na época 2010/2011 ingressei num novo projeto, a Casa do Benfica da Trofa, infelizmente o campeonato teve uma paragem forçada, e foi aí que decidi ingressar no futsal federado e aceitar o convite do FC S. Romão, onde permaneci até Dezembro da presente época.
Só em Dezembro ingressaste no projeto da ARJM. Como é que tudo aconteceu? Como foi a integração?
No início da época tinha surgido o convite, mas como já tinha dado a minha palavra ao FC S.Romão assumi o compromisso e lá permaneci, no entanto, o convite voltou a surgir em Dezembro e, apesar de estar muito satisfeita com o grupo de trabalho, tanto a nível individual como coletivo, achei que era uma oportunidade que não podia virar as costas duas vezes seguidas. As condições de trabalho e a oportunidade de evoluir fizeram com que a proposta fosse irrecusável.
A integração não poderia ter sido melhor, o grupo é fantástico e a integração foi muito fácil, todos me acolheram e fizeram sentir bem desde o primeiro momento.
E como podes, nesta altura, classificar esta nova experiência?
Tem sido muito bom poder trabalhar com este grupo todas as semanas, todas temos os mesmos objetivos, o que motiva imenso a trabalhar cada vez mais e de forma incansável. Sei que tenho muito que aprender, muito para trabalhar pois é um nível elevado, que exige muito de cada uma de nós e tem sido extremamente positivo ver o esforço que as mais experientes na equipa fazem para que me integre rapidamente para que as possa acompanhar e assim continuar a evoluir. Tem sido uma experiência extremamente positiva.
Estás ligada a uma equipa com objetivos concretos e que passam por lutar pelo título, sentes uma responsabilidade extra por esse facto?
Claro que sim. É um grande objetivo, mas também uma grande motivação para trabalhar cada vez mais, para sermos cada vez mais perfecionistas no que fazemos, pois só assim poderemos alcançar os nossos objetivos.
E ao entrares de corpo e alma neste novo desafio, certamente criaste determinadas expetativas. A equipa tem correspondido a essas expetativas?
Sem dúvida que sim, é um grande desafio pertencer a este grupo com excelentes jogadoras e com uma equipa técnica que nos apoia em tudo. É extremamente positivo ver semanalmente a nossa evolução e por isso não poderia estar mais satisfeita.
Naturalmente que sabes que pertences a um grupo com atletas que jogam juntas há bastantes anos. Como te sentes e como és tratada por todos?
Sim, grande parte das atletas já jogam juntas há algum tempo e isso é notório na união e coesão da equipa, no entanto, nada disto faz com que me sinta de parte, tal como disse, fui extremamente bem recebida e, apesar de estar aqui há pouco tempo, já me sinto parte deste grande grupo.
Quais são os teus desejos pessoais e coletivos?
Os desejos pessoais e coletivos estão, obviamente, interligados. Se por um lado pretendo evoluir e trabalhar semanalmente para ser melhor e estar ao nível da restante equipa, isto também irá reflectir-se no próprio rendimento da equipa e assim ajudar na conquista dos objetivos coletivos.
O futsal feminino está em franco crescimento e muito se fala da criação de um campeonato nacional. Como atleta, como comentas o estado atual do futsal feminino?
O futsal está realmente a crescer. É visível o empenho que existe na divulgação da modalidade e cada vez se vê mais gente nos pavilhões para assistir a um jogo de futsal feminino, o que para nós é muito motivador. Um campeonato nacional seria realmente muito bom, pois iria ser mais competitivo o que iria permitir uma maior evolução das equipas e das atletas, no entanto, creio que seria demasiado radical partir para um campeonato nacional neste momento, a maioria das instituições não teria condições de suportar os custos que isso acarreta.
Para finalizar, queres deixar uma palavra a todos quantos vibram e acreditam no futsal feminino?
Sim. Continuem a apoiar e acreditar num futsal cada vez melhor, cada vez mais competitivo. Não desistam nunca, com trabalho tudo se consegue.
Queria ainda aproveitar para agradecer a todos os que nos apoiam e criam todas as condições para podermos fazer aquilo que mais gostamos.
Perguntas de resposta rápida
Palavra para definir atual equipa: Trabalho
Uma superstição: Não tenho
Objeto indispensável no dia a dia: Telemóvel
Um defeito: Um pouco desorganizada
Uma qualidade: Sincera
Pessoa que admira: Avó
Comida preferida: Lasanha
Figura mundial que convidaria para uma conversa: Ricardinho
Um sonho: Seleção
14 de março de 2012
RESULTADO 7.ª JORNADA - APURAMENTO CAMPEÃO
Rede Jovem/Coelima/IESFafe - 9 : 0 - CD Juv. S. Pedro
Marcadoras: Nuskinha (3), Melissa (2), Dani, Carvalhinho, Bi e Ana Costa
9 de março de 2012
7.ª JORNADA - FASE APURAMENTO CAMPEÃO
Jogo: Rede Jovem/Coelima/IESFafe vs CD Juv. S. Pedro
Data/Hora: 11 de Fevereiro, 17h00
Local: Pavilhão Gimnodesportivo da Coelima
Data/Hora: 11 de Fevereiro, 17h00
Local: Pavilhão Gimnodesportivo da Coelima
1 de março de 2012
ENTREVISTA A DANI...
Daniela Fernandes, conhecida no futsal por Dani, veste a camisola 4 da Rede Jovem/Coelima/IESFafe. Humilde e combativa, alia estes fatores à grande experiência que já possui na modalidade.
Dani na primeira pessoa...
Contas já com alguns anos de experiência no futsal. Queres falar-nos do teu percurso desportivo?
Sim, iniciei a minha atividade desportiva aos 16 anos. Comecei por representar a ADER Mogege, onde me sagrei campeã distrital em quatro épocas consecutivas. Após uma atribulada saída desta instituição estive um ano sem representar nenhum clube. A imensa vontade de voltar a jogar fez com que tivesse de procurar novo clube e foi deste modo que o Vitória de Guimarães apareceu na minha vida durante 3 épocas. Após estes 3 anos o Vitória de Guimarães deixou de ter a modalidade de futsal. Foi nesta altura que recebi um convite do SC Maria da Fonte, clube este que tinha objetivos bem vincados e aliciantes. Sem hesitar, aceitei de imediato o convite e embarquei na aventura com a convição que poderia aprender muito, assim como evoluir. Atualmente represento a ARJ Mogege.
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Como é que aconteceu o teu ingresso na equipa? E como foi a integração?
No final da época passada vim, juntamente com a equipa técnica e restantes atletas, para a ARJ Mogege, onde me sinto muito feliz. Embora o nome da equipa seja diferente os objetivos continuaram a ser os mesmos. Grandes objetivos acarretam trabalho árduo e, é neste sentido, que trabalhamos sempre, com humildade, companheirismo, entre ajuda e acima de tudo amizade. A integração nesta equipa não poderia ter sido melhor, quer por parte das minhas colegas de equipa quer por parte da equipa técnica. Óbvio que o facto de já ter trabalhado com a maior parte das pessoas ajudou, mas mesmo a integração das novas atletas foi excelente. Na realidade defino este plantel como uma verdadeira família, onde a amizade impera.
E como podes, nesta altura, classificar esta experiência?
De uma forma geral, considero esta experiência enriquecedora pois permite-nos crescer como atletas e como pessoas. Digo isto porque nós (atletas) somos trabalhadas no sentido de melhorar as nossas potencialidades e também nos é incutida a responsabilidade de saber respeitar toda gente dentro das quatro linhas. Em relação aos objetivos pessoais e coletivos traçados, considero que estou na equipa certa.
Estás ligada a uma equipa com objetivos concretos e que passam por lutar pelo título, sentes uma responsabilidade extra por esse facto?
Existe sempre uma responsabilidade acrescida quando o patamar a atingir é elevado, no entanto, considero este facto um ponto a favor. Contudo, um dos objetivos concretos passa obviamente pela conquista do título, e isso faz com que trabalhemos sempre mais e melhor em prol da equipa.
E ao entrares de corpo e alma neste novo desafio, certamente criaste determinadas expetativas. A equipa tem correspondido a essas expetativas?
Definitivamente a resposta é sim. O trabalho desenvolvido semana após semana é no sentido de podermos corrigir e melhorar aspetos decorridos nos jogos. Considero que o crescimento tem sido gradual mesmo tratando-se de um plantel tão jovem.
Pertences a um grupo com atletas que jogam juntas há bastantes anos. Como te sentes e como és tratada por todos?
Primeiro e reportando-me à altura em que me juntei ao grupo, posso dizer que fui recebida de forma espetacular, toda gente me recebeu de braços abertos e fez com que desde o primeiro dia eu me sentisse parte integrante desta família. Segundo, esta época sinto que já jogo com todas há imenso tempo. Como se tivessemos jogado sempre juntas. Mesmo nos momentos menos bons o apoio é notável, quer por parte da equipa técnica quer por parte da equipa.
Quais são os teus desejos pessoais e coletivos?
Os meus desejos pessoais e coletivos estão interligados, se por um lado tento evoluir enquanto pessoa e atleta, por outro, tento transpor essa evolução para os objetivos traçados pela equipa, como por exemplo, o título. O facto de todas possuirmos objetivos em comum torna a equipa mais unida e consciente de que querer é o primeiro passo para o sucesso.
O futsal feminino está em franco crescimento e muito se fala da criação de um campeonato nacional. Como atleta, como comentas o estado atual do futsal feminino?
Como atleta gostaria imenso que o campeonato pudesse realizar-se a nível nacional, onde as melhores equipas pudessem competir e evoluir. No entanto, numa perspetiva económica, penso que tal não será exequível num futuro próximo. Assim, parece-me mais espectável que o campeonato, numa fase inicial, seja dividido em três zonas, norte, centro e sul. Esta estratégia, caso seja adoptada, vai ser um ponto de viragem no sentido de aumentar a qualidade das atletas e a competitividade entre as equipas.
Para finalizar, queres deixar uma palavra a todos quantos vibram e acreditam no futsal feminino?
Sim. Só se torna possível atingir a glória quando temos com quem a partilhar. Quer nas derrotas quer nas vitórias é muito importante contar com o apoio de todos. Cada voz que é entoada no pavilhão como forma de apoio serve de catalisador para uma boa exibição. Por isso, para aqueles que gostam de futsal e acima de tudo acreditam no futsal feminino, não percam a oportunidade de nos verem crescer.
PERGUNTAS DE RESPOSTAS RÁPIDAS
Palavra para definir a equipa: Combativa
Uma superstição: Entrar em campo sempre com o pé direito
Objeto indispensável no dia a dia: Telemóvel
Um defeito: Insegura
Uma qualidade: Extrovertida
Pessoa que admira: Pai
Comida preferida: Massa à bolonhesa
Figura mundial que convidaria para uma conversa: César Paulo
Um sonho: Ser campeã nacional
6.ª JORNADA - FASE APURAMENTO CAMPEÃO
Jogo: GCR Nun'Alvares vs Rede Jovem/Coelima/IESFafe
Data/Hora: 03 de Março de 2012, 17h30
Local: Pavilhão Nun'Alvares, Fafe
Data/Hora: 03 de Março de 2012, 17h30
Local: Pavilhão Nun'Alvares, Fafe
29 de fevereiro de 2012
MELISSA REPRESENTA PORTUGAL NO ALGARVE CUP
A seleção nacional de futebol começa hoje, pelas 15h45, a sua participação no Algarve Cup, frente à seleção do País de Gales.
A nossa equipa estará representada pela atleta Melissa, que veste a camisola 10 da equipa das quinas.
Para a seleção nacional e para a Melissa o desejo das maiores felicidades.
26 de fevereiro de 2012
RESULTADO 5.ª JORNADA - APURAMENTO DO CAMPEÃO
Rede Jovem/Coelima/IESFafe - 3 : 1 - Vieira Futsal
Marcadoras: Dani, Melissa e Carvalhinho
5.ª JORNADA - FASE APURAMENTO CAMPEÃO
Jogo: Rede Jovem/Coelima/IESFafe vs Vieira Futsal
Data/Hora: Sábado, 25 de fevereiro, 19h00
Local: Pavilhão Gimnodesportivo da Coelima
Data/Hora: Sábado, 25 de fevereiro, 19h00
Local: Pavilhão Gimnodesportivo da Coelima
22 de fevereiro de 2012
ENTREVISTA A MELISSA...
Melissa, internacional A de futebol e de futsal, veste a camisola 10 da Rede Jovem/Coelima/IESFafe. Possante, determinada e bastante evoluída tecnicamente, é a capitã de equipa.
Melissa na primeira pessoa...
Apesar de jovem, contas já com alguns anos de experiência no futsal. Queres falar-nos do teu percurso desportivo?
Esta é a sétima época que jogo futsal, sendo que até aos 15 anos joguei futebol, numa equipa masculina, onde passei pelos diferentes escalões de formação. Ingressei no futsal na época de 2005/2006 no SC Maria da Fonte onde estive 3 épocas. Depois, na época 2008/2009 representei a ADC Gualtar. Nas duas épocas seguintes regressei ao SC Maria da Fonte e agora estou na Rede Jovem/Coelima/IESFafe.
Como foi o ingresso no projeto da ARJM? Como é que tudo aconteceu?
O ingresso foi natural… acompanhei a equipa técnica e grande parte das atletas que já jogavam comigo no anterior clube. A estas juntaram-se outras atletas que também já tinham jogado comigo. O projeto foi-nos apresentado e dado o facto de reunir excelentes condições, ser bem sustentado e permitir a minha contínua evolução, não podia recusar.
E como podes, nesta altura, classificar esta nova experiência?
Obviamente que só tenho de a classificar como muito positiva. Gosto muito de trabalhar com rigor porque só assim se consegue chegar mais longe e aqui consigo fazê-lo. Aqui toda a gente trabalha e quer sempre mais e isso assenta na filosofia que sigo na minha vida. Jogo ao lado de algumas das melhores atletas de futsal nacional, sou treinada por uma excelente equipa técnica e além de tudo vivemos num ambiente de grande harmonia e cumplicidade.
Estás ligada a uma equipa com objetivos concretos e que passam por lutar pelo título, és também capitã de equipa, sentes uma responsabilidade extra por esse facto?
A nossa equipa é constituída por atletas jovens, muito jovens, apesar de algumas já terem alguns anos de futsal. Sabemos que lutar pelo título não é fácil quando se tem no mesmo campeonato o campeão nacional, mas olhando para a nossa equipa e para a sua qualidade, é legítimo sermos candidatos. Talvez, neste momento, o objetivo esteja mais longe, mas há algumas coisas que, apesar disso, não mudam e que passam pela vontade e determinação com que continuaremos a trabalhar para sermos melhores. Quanto à responsabilidade, não é maior ou menor por ser capitã, porque neste grupo todas têm uma grande responsabilidade e sabem o importante papel que desempenham. Representamos um clube que nos oferece ótimas condições e que merece todo o nosso empenho e dedicação. Sentimo-nos todas responsáveis por honrar a camisola e isso não mudava mesmo que os objetivos fossem menores.
Ao entrares de corpo e alma neste novo desafio, certamente criaste determinadas expetativas. A equipa tem correspondido a essas expetativas?
Entrei com toda a vontade, porque para mim é um orgulho poder jogar ao lado destas atletas e claro que criei algumas expetativas, como toda a gente. Algumas já haviam jogado comigo e este novo desafio permitiu que eu voltasse a jogar ao seu lado. Isso para mim foi único porque o tinha como objetivo pessoal. Depois, juntas, criamos expetativas naturais, conscientes de que se trabalhássemos bem íamos ser ainda melhores do que no passado e neste propósito apostamos no trabalho como grande arma. Temos consciência que ainda podemos evoluir e melhorar e isso ajuda-nos a preparar o futuro.
Esta época vestiste, pela primeira vez, a camisola da seleção nacional de futsal. Apesar de representar Portugal não ser uma experiência nova para ti, dado que já és internacional de futebol, como te sentiste?
Representar a seleção nacional é motivo de grande orgulho, pois transportamos a responsabilidade de representar uma nação, o nosso país! Este sentimento perdurará no tempo, independentemente da modalidade que representar. Obviamente que representar a seleção de futsal era um desejo que carregava em mim e graças a Deus consegui concretizá-lo e da melhor forma possível. Representar as duas seleções numa mesma época é inexplicável, só posso dizer que me deixa muito feliz.
Como fazes a coordenação entre a seleção de futsal, a seleção de futebol e a nossa equipa?
A verdade é que nem sempre é fácil porque concentram-se muitas competições numa só época, o que me obriga a uma preparação especial, principalmente em termos físicos dado que as duas modalidades têm palcos e ritmos diferentes, entre outras coisas. Felizmente nenhum dos estágios das seleções se sobrepôs e lá se foi gerindo da melhor forma. Depois as equipas técnicas e direções, quer das seleções quer da nossa equipa, têm sido compreensivos e procuram encontrar as melhores soluções para que eu não falte aos diferentes compromissos. Se representar a seleção é algo importante, também não me sentiria bem em abandonar a nossa equipa, nem seria justa para com as minhas colegas, equipa técnica e todos que investem nela, por isso todos os esforços são feitos, também junto da AF Braga, para que possa estar sempre presente. Devo ainda realçar que, para além do futsal e futebol, tenho que me concentrar no término da minha licenciatura e nos compromissos adjacentes à minha carreira enquanto profissional de Educação Física e Desporto, o que complica a coordenação e organização do meu tempo. Tenho perfeita noção que o meu futuro passa pela minha formação académica e como tal não a posso descurar, por nenhum momento. Neste aspeto conto com a importante compreensão da coordenação do curso e de todos os professores.
Quais são os teus desejos pessoais e coletivos?
Os meus desejos pessoais estão intrinsecamente ligados aos objetivos coletivos. Todos os dias treino e adoto um estilo de vida que me permita atingir/manter a máxima performance, permitindo ajudar a minha equipa a obter os melhores resultados possíveis.
O futsal feminino está em franco crescimento e muito se fala da criação de um campeonato nacional. Como atleta, como comentas o estado atual do futsal feminino?
Creio que estamos longe de igualar os quadros competitivos do Brasil e da Espanha, mas demonstramos ter “matéria-prima” que nos permita atingir o mesmo patamar. Neste último ano temos assistido a um fluxo de iniciativas por parte dos clubes e do projeto “O jogo das raparigas” que em muito têm contribuído para acreditarmos que o Campeonato Nacional seja uma realidade a médio prazo. A curto prazo parece-me mais sensato começar pela criação de um campeonato do tipo zonal, dada a crise que o país atravessa.
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Para finalizar, queres deixar uma palavra a todos quantos vibram e acreditam no futsal feminino?
Sim, gostaria de pedir a todos quantos vibram e acreditam no futsal feminino para continuarem a trabalhar confiando no seu valor, mesmo quando não reconhecido ou devidamente valorizado. Todo o caminho que trilharmos hoje tornará o amanhã mais sorridente, seja para nós ou para as gerações futuras.
Perguntas de resposta rápida
Palavra para definir atual equipa: Nossa
Uma superstição: Nenhuma
Objeto indispensável no dia a dia: Telemóvel
Um defeito: Fria
Uma qualidade: Ambiciosa
Pessoa que admira: Pais
Comida preferida: Lasanha de legumes
Comida preferida: Lasanha de legumes
Figura mundial que convidaria para uma conversa: Cristiano Ronaldo
Um sonho: Ver o futebol e futsal feminino com o mesmo impacto social e económico que o masculino.
17 de fevereiro de 2012
4.ª JORNADA - FASE APURAMENTO CAMPEÃO
Jogo: FC Vermoim vs Rede Jovem/Coelima/IESFafe
Data/Hora: Sábado, 17 de Fevereiro, 18h30
Local: Pavilhão Municipal Terras de Vermoim
Data/Hora: Sábado, 17 de Fevereiro, 18h30
Local: Pavilhão Municipal Terras de Vermoim
14 de fevereiro de 2012
ENTREVISTA A BI...
Verónica Macedo, conhecida no futsal por Bi, veste a camisola 13 da Rede Jovem/Coelima/IESFafe. Lutadora, determinada e com um grande poder de antecipação e de corte, são características que fazem dela uma é uma fixa de excelência.
Bi na primeira pessoa...
Apesar de jovem, contas já com alguns anos de experiência no futsal. Queres falar-nos do teu percurso desportivo?
Sim, já sou federada desde 2004. Comecei nesse ano, no SC Maria da Fonte e lá permaneci 5 épocas. Saí em 2009 e a época de 2009/2010 foi repartida entre o Vitória de Guimarães e o GD Porto d’Ave. Na época de 2010/2011 representei, inicialmente, o SC Gondomar mas depois experimentei o campeonato concelhio, onde representei a ADER Mogege até Dezembro último. Senti que não estava no local ideal para aprender e evoluir e então resolvi sair e voltar para futsal, ingressando num clube onde sei que tem gente capacitada para me ensinar, para me fazer evoluir e potenciar-me enquanto jogadora, tudo com grande humildade.
Sim, já sou federada desde 2004. Comecei nesse ano, no SC Maria da Fonte e lá permaneci 5 épocas. Saí em 2009 e a época de 2009/2010 foi repartida entre o Vitória de Guimarães e o GD Porto d’Ave. Na época de 2010/2011 representei, inicialmente, o SC Gondomar mas depois experimentei o campeonato concelhio, onde representei a ADER Mogege até Dezembro último. Senti que não estava no local ideal para aprender e evoluir e então resolvi sair e voltar para futsal, ingressando num clube onde sei que tem gente capacitada para me ensinar, para me fazer evoluir e potenciar-me enquanto jogadora, tudo com grande humildade.
Só em Dezembro ingressaste no projeto da ARJM. Como é que tudo aconteceu? Como foi a integração?
Como já disse acima, eu estava a jogar num clube que disputava o campeonato concelhio. Sentia que não evoluía, não aprendia e andava desmotivada. Apareceu a oportunidade de me juntar a este projeto e não hesitei. Como já conhecia parte das jogadoras a integração foi muito boa, tanto com as jogadoras como com os treinadores. Cheguei já com a época a decorrer e posso dizer que parece que estive lá desde o início. No primeiro dia recordo de me sentir como se estivesse estado sempre lá. O grupo é extraordinário na forma como recebe.
E como podes, nesta altura, classificar esta nova experiência?
Está a ser, sem dúvida, uma experiência muito inovadora, estou a aprender imenso e posso dizer que, neste momento, me sinto muito feliz. Estou no sítio certo e com as pessoas certas.
Estás ligada a uma equipa com objetivos concretos e que passam por lutar pelo título, sentes uma responsabilidade extra por esse facto?
Sim, é uma responsabilidade acrescida, ainda mais pelo facto de termos como adversário direto o campeão nacional, mas também sinto que o objetivo está ao nosso alcance. Temos trabalhado bastante. Temos tentado colmatar todas as lacunas e analisado tudo ao pormenor. Aqui nada é deixado ao acaso. É motivador sentir que estou numa equipa jovem e que ainda tem margem de progressão, que ainda temos mais para dar e que com trabalho podemos ser cada vez melhores. Depois junta-se a tudo isto a qualidade de todas as jogadoras que constituem a nossa equipa.
E ao entrares de corpo e alma neste novo desafio, certamente criaste determinadas expetativas. A equipa tem correspondido a essas expetativas?
Sem dúvida, aliás posso confessar que até as posso considerar superadas. Há muita união, cumplicidade e companheirismo. Aqui jogo com prazer e isso para mim é tudo. Olho para o lado e vejo a mesma ambição em todas as atletas e depois o carinho e a forma como vibram com a minha evolução e eu com as delas, não se explica.
Naturalmente que sabes que pertences a um grupo com atletas que jogam juntas há bastantes anos, algumas delas jogaram contigo noutros clubes. Como te sentes e como és tratada por todos?
Sou muito bem tratada por toda a gente, sem qualquer exceção. Nada é deixado ao acaso para o nosso bem estar e isso faz-nos muito bem. Sinto-me mais feliz ainda por continuar ao lado de quem já jogou comigo e também porque, passados alguns anos, ainda nos sentimos a evoluir e de semana para semana. A cumplicidade é muito grande.
Quais são os teus desejos pessoais e coletivos?
Um dos meus desejos pessoais conjuga-se com o desejo coletivo, gostava de conquistar o título de campeã. Já o fui por duas vezes, sei o que representa e sê-lo nesta equipa era tremendo… trabalhamos muito para isso.
Tenho outros desejos pessoais e um deles, muito importante, é recuperar a minha condição física anterior, retirando os ferros da perna, que possuo desde que a parti em 2010. Gostava também de ingressar no serviço militar, tentando conciliar com o futsal dado que anseio manter-me nesta equipa.
O futsal feminino está em franco crescimento e muito se fala da criação de um campeonato nacional. Como atleta, como comentas o estado atual do futsal feminino?
Somos mulheres e por norma temos sempre de lutar pela igualdade de direitos, o que a meu ver nem devia acontecer porque deveria ser um processo natural e livre de géneros. Andamos há anos a disputar campeonatos distritais, que depois dão acesso a uma Taça Nacional, onde algumas equipas não chegam, mas se calhar até têm mais qualidade que outras que lá vão representar distritos menos competitivos. Parece-me mais que justo haver um campeonato nacional, as equipas sentiriam mais incentivo e adquiririam mais experiência.
Para finalizar, queres deixar uma palavra a todos quantos vibram e acreditam no futsal feminino?
Sim, porque não podia passar sem deixar uma palavra para aqueles que gostam da nossa equipa, de nos ver jogar e que nos têm acompanhado mais de perto. Os adeptos, a nossa família e os amigos. Obrigada a todos. Continuem a apoiar-nos porque é de vocês que precisamos. Fazemos da vossa força a nossa força.
Respostas rápidas
Palavra para definir atual equipa: ambição
Uma superstição: jogar sempre com a mesma roupa interior e do avesso
Objeto indispensável no dia a dia: telemóvel
Objeto indispensável no dia a dia: telemóvel
Um defeito: insegura
Uma qualidade: responsável
Pessoa que admira: mãe
Comida preferida: Bife parmejana
Figura mundial que convidaria para uma conversar: David Beckham
Comida preferida: Bife parmejana
Figura mundial que convidaria para uma conversar: David Beckham
Um sonho: ser internacional por Portugal
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