Jogo: GCR Nun'Alvares vs Rede Jovem/Coelima/IESFafe
Data/Hora: 03 de Março de 2012, 17h30
Local: Pavilhão Nun'Alvares, Fafe
1 de março de 2012
29 de fevereiro de 2012
MELISSA REPRESENTA PORTUGAL NO ALGARVE CUP
A seleção nacional de futebol começa hoje, pelas 15h45, a sua participação no Algarve Cup, frente à seleção do País de Gales.
A nossa equipa estará representada pela atleta Melissa, que veste a camisola 10 da equipa das quinas.
Para a seleção nacional e para a Melissa o desejo das maiores felicidades.
26 de fevereiro de 2012
RESULTADO 5.ª JORNADA - APURAMENTO DO CAMPEÃO
Rede Jovem/Coelima/IESFafe - 3 : 1 - Vieira Futsal
Marcadoras: Dani, Melissa e Carvalhinho
5.ª JORNADA - FASE APURAMENTO CAMPEÃO
Jogo: Rede Jovem/Coelima/IESFafe vs Vieira Futsal
Data/Hora: Sábado, 25 de fevereiro, 19h00
Local: Pavilhão Gimnodesportivo da Coelima
Data/Hora: Sábado, 25 de fevereiro, 19h00
Local: Pavilhão Gimnodesportivo da Coelima
22 de fevereiro de 2012
ENTREVISTA A MELISSA...
Melissa, internacional A de futebol e de futsal, veste a camisola 10 da Rede Jovem/Coelima/IESFafe. Possante, determinada e bastante evoluída tecnicamente, é a capitã de equipa.
Melissa na primeira pessoa...
Apesar de jovem, contas já com alguns anos de experiência no futsal. Queres falar-nos do teu percurso desportivo?
Esta é a sétima época que jogo futsal, sendo que até aos 15 anos joguei futebol, numa equipa masculina, onde passei pelos diferentes escalões de formação. Ingressei no futsal na época de 2005/2006 no SC Maria da Fonte onde estive 3 épocas. Depois, na época 2008/2009 representei a ADC Gualtar. Nas duas épocas seguintes regressei ao SC Maria da Fonte e agora estou na Rede Jovem/Coelima/IESFafe.
Como foi o ingresso no projeto da ARJM? Como é que tudo aconteceu?
O ingresso foi natural… acompanhei a equipa técnica e grande parte das atletas que já jogavam comigo no anterior clube. A estas juntaram-se outras atletas que também já tinham jogado comigo. O projeto foi-nos apresentado e dado o facto de reunir excelentes condições, ser bem sustentado e permitir a minha contínua evolução, não podia recusar.
E como podes, nesta altura, classificar esta nova experiência?
Obviamente que só tenho de a classificar como muito positiva. Gosto muito de trabalhar com rigor porque só assim se consegue chegar mais longe e aqui consigo fazê-lo. Aqui toda a gente trabalha e quer sempre mais e isso assenta na filosofia que sigo na minha vida. Jogo ao lado de algumas das melhores atletas de futsal nacional, sou treinada por uma excelente equipa técnica e além de tudo vivemos num ambiente de grande harmonia e cumplicidade.
Estás ligada a uma equipa com objetivos concretos e que passam por lutar pelo título, és também capitã de equipa, sentes uma responsabilidade extra por esse facto?
A nossa equipa é constituída por atletas jovens, muito jovens, apesar de algumas já terem alguns anos de futsal. Sabemos que lutar pelo título não é fácil quando se tem no mesmo campeonato o campeão nacional, mas olhando para a nossa equipa e para a sua qualidade, é legítimo sermos candidatos. Talvez, neste momento, o objetivo esteja mais longe, mas há algumas coisas que, apesar disso, não mudam e que passam pela vontade e determinação com que continuaremos a trabalhar para sermos melhores. Quanto à responsabilidade, não é maior ou menor por ser capitã, porque neste grupo todas têm uma grande responsabilidade e sabem o importante papel que desempenham. Representamos um clube que nos oferece ótimas condições e que merece todo o nosso empenho e dedicação. Sentimo-nos todas responsáveis por honrar a camisola e isso não mudava mesmo que os objetivos fossem menores.
Ao entrares de corpo e alma neste novo desafio, certamente criaste determinadas expetativas. A equipa tem correspondido a essas expetativas?
Entrei com toda a vontade, porque para mim é um orgulho poder jogar ao lado destas atletas e claro que criei algumas expetativas, como toda a gente. Algumas já haviam jogado comigo e este novo desafio permitiu que eu voltasse a jogar ao seu lado. Isso para mim foi único porque o tinha como objetivo pessoal. Depois, juntas, criamos expetativas naturais, conscientes de que se trabalhássemos bem íamos ser ainda melhores do que no passado e neste propósito apostamos no trabalho como grande arma. Temos consciência que ainda podemos evoluir e melhorar e isso ajuda-nos a preparar o futuro.
Esta época vestiste, pela primeira vez, a camisola da seleção nacional de futsal. Apesar de representar Portugal não ser uma experiência nova para ti, dado que já és internacional de futebol, como te sentiste?
Representar a seleção nacional é motivo de grande orgulho, pois transportamos a responsabilidade de representar uma nação, o nosso país! Este sentimento perdurará no tempo, independentemente da modalidade que representar. Obviamente que representar a seleção de futsal era um desejo que carregava em mim e graças a Deus consegui concretizá-lo e da melhor forma possível. Representar as duas seleções numa mesma época é inexplicável, só posso dizer que me deixa muito feliz.
Como fazes a coordenação entre a seleção de futsal, a seleção de futebol e a nossa equipa?
A verdade é que nem sempre é fácil porque concentram-se muitas competições numa só época, o que me obriga a uma preparação especial, principalmente em termos físicos dado que as duas modalidades têm palcos e ritmos diferentes, entre outras coisas. Felizmente nenhum dos estágios das seleções se sobrepôs e lá se foi gerindo da melhor forma. Depois as equipas técnicas e direções, quer das seleções quer da nossa equipa, têm sido compreensivos e procuram encontrar as melhores soluções para que eu não falte aos diferentes compromissos. Se representar a seleção é algo importante, também não me sentiria bem em abandonar a nossa equipa, nem seria justa para com as minhas colegas, equipa técnica e todos que investem nela, por isso todos os esforços são feitos, também junto da AF Braga, para que possa estar sempre presente. Devo ainda realçar que, para além do futsal e futebol, tenho que me concentrar no término da minha licenciatura e nos compromissos adjacentes à minha carreira enquanto profissional de Educação Física e Desporto, o que complica a coordenação e organização do meu tempo. Tenho perfeita noção que o meu futuro passa pela minha formação académica e como tal não a posso descurar, por nenhum momento. Neste aspeto conto com a importante compreensão da coordenação do curso e de todos os professores.
Quais são os teus desejos pessoais e coletivos?
Os meus desejos pessoais estão intrinsecamente ligados aos objetivos coletivos. Todos os dias treino e adoto um estilo de vida que me permita atingir/manter a máxima performance, permitindo ajudar a minha equipa a obter os melhores resultados possíveis.
O futsal feminino está em franco crescimento e muito se fala da criação de um campeonato nacional. Como atleta, como comentas o estado atual do futsal feminino?
Creio que estamos longe de igualar os quadros competitivos do Brasil e da Espanha, mas demonstramos ter “matéria-prima” que nos permita atingir o mesmo patamar. Neste último ano temos assistido a um fluxo de iniciativas por parte dos clubes e do projeto “O jogo das raparigas” que em muito têm contribuído para acreditarmos que o Campeonato Nacional seja uma realidade a médio prazo. A curto prazo parece-me mais sensato começar pela criação de um campeonato do tipo zonal, dada a crise que o país atravessa.
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Para finalizar, queres deixar uma palavra a todos quantos vibram e acreditam no futsal feminino?
Sim, gostaria de pedir a todos quantos vibram e acreditam no futsal feminino para continuarem a trabalhar confiando no seu valor, mesmo quando não reconhecido ou devidamente valorizado. Todo o caminho que trilharmos hoje tornará o amanhã mais sorridente, seja para nós ou para as gerações futuras.
Perguntas de resposta rápida
Palavra para definir atual equipa: Nossa
Uma superstição: Nenhuma
Objeto indispensável no dia a dia: Telemóvel
Um defeito: Fria
Uma qualidade: Ambiciosa
Pessoa que admira: Pais
Comida preferida: Lasanha de legumes
Comida preferida: Lasanha de legumes
Figura mundial que convidaria para uma conversa: Cristiano Ronaldo
Um sonho: Ver o futebol e futsal feminino com o mesmo impacto social e económico que o masculino.
17 de fevereiro de 2012
4.ª JORNADA - FASE APURAMENTO CAMPEÃO
Jogo: FC Vermoim vs Rede Jovem/Coelima/IESFafe
Data/Hora: Sábado, 17 de Fevereiro, 18h30
Local: Pavilhão Municipal Terras de Vermoim
Data/Hora: Sábado, 17 de Fevereiro, 18h30
Local: Pavilhão Municipal Terras de Vermoim
14 de fevereiro de 2012
ENTREVISTA A BI...
Verónica Macedo, conhecida no futsal por Bi, veste a camisola 13 da Rede Jovem/Coelima/IESFafe. Lutadora, determinada e com um grande poder de antecipação e de corte, são características que fazem dela uma é uma fixa de excelência.
Bi na primeira pessoa...
Apesar de jovem, contas já com alguns anos de experiência no futsal. Queres falar-nos do teu percurso desportivo?
Sim, já sou federada desde 2004. Comecei nesse ano, no SC Maria da Fonte e lá permaneci 5 épocas. Saí em 2009 e a época de 2009/2010 foi repartida entre o Vitória de Guimarães e o GD Porto d’Ave. Na época de 2010/2011 representei, inicialmente, o SC Gondomar mas depois experimentei o campeonato concelhio, onde representei a ADER Mogege até Dezembro último. Senti que não estava no local ideal para aprender e evoluir e então resolvi sair e voltar para futsal, ingressando num clube onde sei que tem gente capacitada para me ensinar, para me fazer evoluir e potenciar-me enquanto jogadora, tudo com grande humildade.
Sim, já sou federada desde 2004. Comecei nesse ano, no SC Maria da Fonte e lá permaneci 5 épocas. Saí em 2009 e a época de 2009/2010 foi repartida entre o Vitória de Guimarães e o GD Porto d’Ave. Na época de 2010/2011 representei, inicialmente, o SC Gondomar mas depois experimentei o campeonato concelhio, onde representei a ADER Mogege até Dezembro último. Senti que não estava no local ideal para aprender e evoluir e então resolvi sair e voltar para futsal, ingressando num clube onde sei que tem gente capacitada para me ensinar, para me fazer evoluir e potenciar-me enquanto jogadora, tudo com grande humildade.
Só em Dezembro ingressaste no projeto da ARJM. Como é que tudo aconteceu? Como foi a integração?
Como já disse acima, eu estava a jogar num clube que disputava o campeonato concelhio. Sentia que não evoluía, não aprendia e andava desmotivada. Apareceu a oportunidade de me juntar a este projeto e não hesitei. Como já conhecia parte das jogadoras a integração foi muito boa, tanto com as jogadoras como com os treinadores. Cheguei já com a época a decorrer e posso dizer que parece que estive lá desde o início. No primeiro dia recordo de me sentir como se estivesse estado sempre lá. O grupo é extraordinário na forma como recebe.
E como podes, nesta altura, classificar esta nova experiência?
Está a ser, sem dúvida, uma experiência muito inovadora, estou a aprender imenso e posso dizer que, neste momento, me sinto muito feliz. Estou no sítio certo e com as pessoas certas.
Estás ligada a uma equipa com objetivos concretos e que passam por lutar pelo título, sentes uma responsabilidade extra por esse facto?
Sim, é uma responsabilidade acrescida, ainda mais pelo facto de termos como adversário direto o campeão nacional, mas também sinto que o objetivo está ao nosso alcance. Temos trabalhado bastante. Temos tentado colmatar todas as lacunas e analisado tudo ao pormenor. Aqui nada é deixado ao acaso. É motivador sentir que estou numa equipa jovem e que ainda tem margem de progressão, que ainda temos mais para dar e que com trabalho podemos ser cada vez melhores. Depois junta-se a tudo isto a qualidade de todas as jogadoras que constituem a nossa equipa.
E ao entrares de corpo e alma neste novo desafio, certamente criaste determinadas expetativas. A equipa tem correspondido a essas expetativas?
Sem dúvida, aliás posso confessar que até as posso considerar superadas. Há muita união, cumplicidade e companheirismo. Aqui jogo com prazer e isso para mim é tudo. Olho para o lado e vejo a mesma ambição em todas as atletas e depois o carinho e a forma como vibram com a minha evolução e eu com as delas, não se explica.
Naturalmente que sabes que pertences a um grupo com atletas que jogam juntas há bastantes anos, algumas delas jogaram contigo noutros clubes. Como te sentes e como és tratada por todos?
Sou muito bem tratada por toda a gente, sem qualquer exceção. Nada é deixado ao acaso para o nosso bem estar e isso faz-nos muito bem. Sinto-me mais feliz ainda por continuar ao lado de quem já jogou comigo e também porque, passados alguns anos, ainda nos sentimos a evoluir e de semana para semana. A cumplicidade é muito grande.
Quais são os teus desejos pessoais e coletivos?
Um dos meus desejos pessoais conjuga-se com o desejo coletivo, gostava de conquistar o título de campeã. Já o fui por duas vezes, sei o que representa e sê-lo nesta equipa era tremendo… trabalhamos muito para isso.
Tenho outros desejos pessoais e um deles, muito importante, é recuperar a minha condição física anterior, retirando os ferros da perna, que possuo desde que a parti em 2010. Gostava também de ingressar no serviço militar, tentando conciliar com o futsal dado que anseio manter-me nesta equipa.
O futsal feminino está em franco crescimento e muito se fala da criação de um campeonato nacional. Como atleta, como comentas o estado atual do futsal feminino?
Somos mulheres e por norma temos sempre de lutar pela igualdade de direitos, o que a meu ver nem devia acontecer porque deveria ser um processo natural e livre de géneros. Andamos há anos a disputar campeonatos distritais, que depois dão acesso a uma Taça Nacional, onde algumas equipas não chegam, mas se calhar até têm mais qualidade que outras que lá vão representar distritos menos competitivos. Parece-me mais que justo haver um campeonato nacional, as equipas sentiriam mais incentivo e adquiririam mais experiência.
Para finalizar, queres deixar uma palavra a todos quantos vibram e acreditam no futsal feminino?
Sim, porque não podia passar sem deixar uma palavra para aqueles que gostam da nossa equipa, de nos ver jogar e que nos têm acompanhado mais de perto. Os adeptos, a nossa família e os amigos. Obrigada a todos. Continuem a apoiar-nos porque é de vocês que precisamos. Fazemos da vossa força a nossa força.
Respostas rápidas
Palavra para definir atual equipa: ambição
Uma superstição: jogar sempre com a mesma roupa interior e do avesso
Objeto indispensável no dia a dia: telemóvel
Objeto indispensável no dia a dia: telemóvel
Um defeito: insegura
Uma qualidade: responsável
Pessoa que admira: mãe
Comida preferida: Bife parmejana
Figura mundial que convidaria para uma conversar: David Beckham
Comida preferida: Bife parmejana
Figura mundial que convidaria para uma conversar: David Beckham
Um sonho: ser internacional por Portugal
13 de fevereiro de 2012
RESULTADO 3.ª JORNADA - FASE APURAMENTO CAMPEÃO
Rede Jovem/Coelima/IESFafe - 10 : 1 - ARC Airão
Marcadoras: Melissa (4), Bi (2), Elisa (2), Carvalhinho e Tópi
11 de fevereiro de 2012
3.ª JORNADA - FASE APURAMENTO CAMPEÃO
Jogo: Rede Jovem/Coelima/IESFafe vs ARC Airão
Data/hora: 11 de Fevereiro, 19h00
Local: Pavilhão Gimnodesportivo da Coelima
Data/hora: 11 de Fevereiro, 19h00
Local: Pavilhão Gimnodesportivo da Coelima
8 de fevereiro de 2012
ENTREVISTA A CARVALHINHO
Diana Carvalho, conhecida no futsal como Carvalhinho, veste a camisola 7 da Rede Jovem/Coelima/IESFafe. Jovem, mas muito fria nos momentos de decisão, faz da sua elevada técnica uma forte arma.
Carvalhinho na primeira pessoa...
Apesar de jovem, contas já com alguns anos de experiência no futsal. Queres falar-nos do teu percurso desportivo?
Já lá vão 6 anos desde que entrei neste mundo do futsal. Ainda jovem, já conto com alguns anos de experiência nesta modalidade. Comecei o meu percurso com 13 anos na época de 2006/2007 ao serviço do Vitória SC, onde continuei por mais três épocas. Em 2010 tive um convite por parte do SC Maria da Fonte, o qual aceitei e fiz parte de um grande plantel durante uma época. Atualmente, visto as cores da Associação Rede Jovem de Mogege na qual me sinto verdadeiramente feliz e capaz de aprender muito ao lado de pessoas competentes e colegas com um grande potencial.
Como é que aconteceu o teu ingresso na equipa? E como foi a integração?
Na época antecedente a esta já tinha trabalhado com a equipa técnica atual, e como não poderia deixar de ser, apesar dos simbolos serem distintos, aceitei o convite de continuar com a mesma. Todo um conjunto trabalhador, determinado, unido e acima de tudo humilde, o que corresponde perfeitamente aos meus ideais. Tal como a equipa técnica, as minhas colegas sempre me apoiaram e receberam de uma forma exemplar, o que torna toda a integração muito mais fácil. Estou numa verdadeira família.
E como podes, nesta altura, classificar esta experiência?
Tem sido uma experiência totalmente inexplicável. Desde o trabalho ao convívio, tenho comigo as pessoas indicadas. Estou numa equipa que me dá todas as garantias quanto aos meus objetivos pessoais e também coletivos. Sinto que estou na equipa ideal para poder triunfar.
Estás ligada a uma equipa com objetivos concretos e que passam por lutar pelo título, sentes uma responsabilidade extra por esse facto?
Estamos conscientes de que o objetivo é alcançar o título e para isso é preciso trabalharmos para que os erros sejam diminutos. Claro que, para triunfarmos, temos de assumir uma certa responsabilidade. Pessoalmente e porque faço parte de uma equipa capaz de o fazer, sinto uma responsabilidade extra, talvez pelo facto de nunca me ter encontrado numa situação como a que estamos a passar. Tento abstrair-me de toda essa responsabilidade, entrando e entregando-me em cada jogo de corpo e alma. Penso que toda essa responsabilidade extra que podemos sentir, sendo transformada em trabalho e dedicação só será benéfica no ataque ao título.
Ao entrares de corpo e alma neste novo desafio, certamente criaste determinadas expetativas. A equipa tem correspondido a essas expetativas?
Claro que sim! A equipa tem, sem dúvida, correspondido às minhas expetativas. Tanto no trabalho que desenvolvemos durante a semana, como também nos jogos que fazemos. É uma equipa consciente do seu potencial, mas que ainda assim não se contenta e quer sempre fazer mais e melhor. Isso é uma qualidade que nem todos podem adquirir e que para mim, enquanto jovem, é um grande exemplo.
Pertences a um grupo com atletas que jogam juntas há bastantes anos. Como te sentes e como és tratada por todos?
Pertenço a um grupo com as atletas que jogam juntas há bastantes anos, mas também a um grupo em que cada atleta que entra se integra de uma forma tão natural que parece já jogar connosco há muito tempo. Digo isto porque aconteceu o mesmo comigo, quando decidi fazer parte desta grande família. A maneira como me sinto e fui tratada por todos não tem preço. Todos me acolheram e me levantaram quando foi necessário. Sinto-me muito acarinhada neste grupo.
Quais são os teus desejos pessoais e coletivos?
Os meus desejos pessoais passam por trabalhar e evoluir como jogadora e como pessoa. Esses desejos estão de certa forma associados também aos meus desejos coletivos, que passam pela conquista do título. Para os concretizar conto com o empenho de todo um grupo humilde e capaz de o fazer.
O futsal feminino está em franco crescimento e muito se fala da criação de um campeonato nacional. Como atleta, como comentas o estado atual do futsal feminino?
O futsal feminino tem vindo a crescer bastante e enquanto atleta gostava bastante que o campeonato nacional fosse uma realidade, até para trazer mais justiça à disputa pelo título nacional. Será benéfico para todos, mas também concordo que a mudança, se for radical, pode prejudicar o natural crescimento e evolução do futsal feminino pelo que, até lá, talvez seja favorável a criação de 2 ou 3 zonas.
Para finalizar, queres deixar uma palavra a todos quantos vibram e acreditam no futsal feminino?
Sim. Espero que continuem a acreditar em todas aquelas que vivem o futsal feminino de forma tão intensa e continuem a apoiar-nos nos jogos.
Perguntas de resposta rápida
Palavra para caracterizar atual equipa: Família
Uma superstição: Não tenho
Objeto indispensável no dia a dia: Telemóvel
Um defeito: Orgulhosa
Uma qualidade: Generosa
Pessoa que admira: Pais
Comida preferida: Marisco
Figura mundial que convidaria para uma conversa: Pep Guardiola
Um sonho: Título Nacional
6 de fevereiro de 2012
RESULTADO 2.ª JORNADA - FASE APURAMENTO CAMPEÃO
GD Juv. S. Pedro - 1 : 10 - Rede Jovem/Coelima/IESFafe
Marcadoras: Melissa (5), Elisa (3), Nuskinha e Carvalhinho
5 de fevereiro de 2012
2.ª JORNADA - FASE APURAMENTO CAMPEÃO
Jogo: CD. Juv. S. Pedro vs Rede Jovem/Coelima/IESFafe
Data/Hora: 05 de Fevereiro, 19h00
Local: Pavilhão Municipal de Barcelos
Data/Hora: 05 de Fevereiro, 19h00
Local: Pavilhão Municipal de Barcelos
31 de janeiro de 2012
ENTREVISTA A ANA COSTA
Ana Costa veste a camisola 5 da Rede Jovem/Coelima/IESFafe e abraçou agora o projeto da ARJM, oriunda do S. Romão.
Jovem, ambiciosa e voluntariosa para com o grupo de trabalho, aceitou falar-nos sobre o novo desafio.
Ana na primeira pessoa…
Apesar de jovem, contas já com alguns anos de experiência no futsal. Queres falar-nos do teu percurso desportivo?
Sim é verdade, já lá vão uns anos desde que comecei a jogar futsal… Em 2002 surgiu o convite por parte de umas colegas que jogavam futsal, nessa altura, ainda miúda, adorei a ideia. Aceitei o convite e iniciei aí o meu percurso, na equipa de Alvarelhos (Trofa), no campeonato concelhio. Nesse clube permaneci até à época de 2009/2010, que foi extremamente positiva, dado que tive uma evolução enorme e em que ficamos em 2.º lugar, apenas com a diferença de 1 ponto. Na época de 2010/2011, por falta de condições, a equipa decidiu mudar para uma nova associação que nos oferecia melhores condições e aí fui para a Casa do Benfica da Trofa, também no campeonato concelhio. Por motivos de força maior o campeonato concelhio teve uma paragem a meio e surgiu o convite do S. Romão, equipa que agora milita na 1.ª divisão distrital do Porto, mas que na altura estava na 2.ª divisão. Lá terminei a época anterior e iniciei esta.
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Em Dezembro ingressaste no projeto da ARJM. Como é que tudo aconteceu? Como foi a integração?
Em Dezembro ingressei neste novo e fantástico projeto da ARJM, mas o primeiro convite surgiu no início da época. Na altura já estava “comprometida” com o S. Romão e por isso não pude aceitar, no entanto, surgiu novamente o convite e não o podia recusar por diversas razões, não só pelos objetivos a nível coletivo mas também pessoais, além das condições de trabalho. Não poderia desperdiçar a grande oportunidade pela 2.ª vez, pois a 3.ª poderia não acontecer, era abusar da sorte. Aceitei e cá estou, muito feliz.
Quanto à integração foi bastante boa, a equipa acolheu-me de uma forma incrível, desde a equipa técnica às minhas colegas de equipa. Estou num grupo fantástico.
Esta nova experiência tem sido bastante proveitosa, tenho aprendido imenso, mas sei que tenho ainda muito para aprender e um longo caminho a percorrer, com bastante trabalho, dedicação e acima de tudo humildade. Com este grupo tenho a certeza que terei todos os “ingredientes” para poder evoluir e que nesta nova fase da minha vida muita coisa positiva se irá proporcionar. Tem sido uma experiência fantástica e única.
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Estás ligada a uma equipa com objetivos concretos e que passam por lutar pelo título, sentes uma responsabilidade extra por esse facto?
Claro que sim. Além de uma responsabilidade extra existe também uma motivação extra para querer trabalhar cada vez mais e tentar ser melhor. Só com muito esforço e dedicação se consegue chegar longe e nesta equipa são duas coisas que não faltam. Todos queremos o mesmo e é para conseguir atingir este objetivo concreto que trabalhamos bastante todos os treinos. A união faz a força.
Ao entrares de corpo e alma neste novo desafio, certamente criaste determinadas expetativas. A equipa tem correspondido a essas expetativas?
É verdade que criei expetativas quando aceitei este enorme desafio, como é normal. Além de trabalhar com excelentes pessoas, acredito no trabalho de todos, equipa técnica e atletas, logo as minhas expetativas são altas a todos os níveis. Apesar de estar cá apenas há um mês, tem sido muito vantajoso para mim dado que, teoricamente, tenho aprendido bastante e, na prática, espero que se comece a refletir, é para isso que trabalho a cada treino. Aqui os objetivos são bastantes altos e o trabalho mais exigente, não posso nem quero desiludir aqueles que me deram esta oportunidade única.
Naturalmente que sabes que pertences a um grupo com atletas que jogam juntas há bastantes anos. Como te sentes e como és tratada por todos?
Sim, é verdade, a maior parte das atletas já jogam há muitos anos juntas, mas em nada me sinto de parte. Sinto-me bastante lisonjeada por poder pertencer a um grupo como este, são pessoas que além de serem atletas com qualidades extremamente elevadas são seres humanos incríveis. Agradeço também à equipa técnica pela oportunidade única que me deram de ingressar neste projeto e pertencer a este grupo que em muito me tem ajudado. São pessoas extraordinárias.
Quais são os teus desejos pessoais e coletivos?
Os meus desejos pessoais estão ligados com os coletivos, obviamente. Passam por querer ser campeã, conseguir ajudar a que os objetivos sejam cumpridos também com o meu trabalho, que tem de ser árduo, longo e persistente. Desejo também poder evoluir tanto tecnicamente, como taticamente e aprender cada vez mais, o que acredito que seja possível com este grupo, que trabalha muito e com uma dedicação incrível.
O futsal feminino está em franco crescimento e muito se fala da criação de um campeonato nacional. Como atleta, como comentas o estado atual do futsal feminino?
Bem, sinceramente, o futsal feminino nos últimos anos tem evoluído mais do que esperava. Há uns anos atrás se me dissessem que poderia encontrar um pavilhao repleto para assistir a um jogo de futsal feminino não acreditaria muito, hoje podemos constatar essa realidade. Está em franco desenvolvimento, contudo ainda se sente falta de apoio. Infelizmente existe algum preconceito e muita gente ainda vê o futsal/futebol como sendo para homens, mas na verdade as atletas têm mostrado que não é assim. Há muito valor no futsal feminino a nível nacional, temos enormes talentos. Espero, sinceramente que, com o novo elenco que compõe a FPF, seja possível um maior apoio e divulgação do desporto feminino. Acredito no trabalho dos eleitos, além disso agora temos uma “voz” feminina, a "miss" Mónica Jorge, que tem feito um trabalho extremamente importante e notório ao nível da imagem e reconhecimento do desporto feminino, portanto temos cada vez mais motivos para acreditar num futuro ainda melhor.
Sim, quero. Quero felicitar e ao mesmo tempo agradecer a todos aqueles que têm contribuido para o desenvolvimento do futsal feminino e espero que continuem a fazê-lo. Aproveito também para pedir a todas as atletas que não desistam de nenhum dos seus sonhos e que continuem a trabalhar cada vez mais para poderem chegar ao topo e contribuir para que a modalidade, que tanto apreciamos, se desenvolva cada vez mais e melhor.
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Perguntas de resposta rápida
Atual equipa: União
Uma superstição: Tenho muitas
Objeto indispensável no dia a dia: Telemóvel
Um defeito: Mau feitio
Uma qualidade: Simpatia
Pessoa que admira: Mãe
Comida preferida: Leitão
Figura mundial que convidaria para uma conversa: Paolo Maldini
Um sonho: Título nacional
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29 de janeiro de 2012
RESULTADO 1.ª JORNADA - FASE APURAMENTO CAMPEÃO
Rede Jovem/Coelima/IESFafe - 12 : 0 - GCR Nun'Alvares
Marcadoras: Melissa (8), Nuskinha (2), Carvalhinho e Elisa.
27 de janeiro de 2012
1.ª JORNADA - FASE APURAMENTO CAMPEÃO
Jogo: Rede Jovem/Coelima/IESFafe vs GCR Nun'Alvares
Data/Hora: 28 de Janeiro de 2012, 19h30
Local: Pavilhão Gimanodesportivo da Coelima
Data/Hora: 28 de Janeiro de 2012, 19h30
Local: Pavilhão Gimanodesportivo da Coelima
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